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7 de maio de 2015

LITERATURA DO BRASIL



A literatura brasileira faz parte da Literatura latino-americana. Ela surgiu a partir da atividade literária incentivada pelos jesuítas, após o descobrimento do Brasil durante o século XVI. 
A princípio, bastante ligada à literatura metropolitana, ela foi ganhando independência com o tempo, iniciando o processo durante o século XIX com os movimentos romântico e realista e atingido o ápice com a Semana de Arte Moderna em 1922, caracterizando-se pelo rompimento definitivo com as literaturas de outros países, formando-se, portanto, a partir do Modernismo e suas gerações as primeiras escolas de escritores verdadeiramente independentes. São dessa época grandes nomes como Manuel Bandeira,Carlos Drummond de AndradeJoão Guimarães RosaClarice Lispector e Cecília Meireles.
literatura produzida no Brasil possui papel de destaque na esfera cultural do país: todos os principais jornais do país dedicam grande parte de seus cadernos culturais à análise e crítica literária, assim como o ensino da disciplina é obrigatório no Ensino Médio.
O primeiro documento existente que possa ser considerado literatura brasileira é a Carta de Pero Vaz de Caminha, escrita por Pero Vaz de Caminha a Dom Manuel I de Portugal e que continha uma descrição de como o território brasileiro parecia em 1500. Revistas de viajantes e tratados descritivos sobre a "América Portuguesa" dominou a produção literária nos dois séculos seguintes, incluindo contos conhecidos de Jean de Léry e Hans Staden, cuja história de seu encontro com povos tupis na costa de São Paulo foi extraordinariamente influente para as concepções europeias do chamado "Novo Mundo".
Alguns exemplos literários a partir deste período, como o poema épico de Basílio da Gama comemorando a conquista das Missões pelos portugueses e a obra de Gregório de Matos, um advogado do século XVII de Salvador, que produziu uma quantidade considerável de poesia satírica, religiosa e secular. A obra de Matos tinha fortes influências barrocas, como os poetas espanhóisLuis de Góngora e Francisco de Quevedo.
Neoclassismo
neoclassicismo foi difundido no Brasil durante a metade do século XVIII, seguindo o estilo italiano. A literatura era muitas vezes produzida por membros de academias temporárias ou semipermanentes e a maior parte do conteúdo era do gênero pastoral. O mais importante centro literário no Brasil colonial era a próspera região de Minas Gerais, conhecida por suas minas de ouro, onde um movimento proto-nacionalista tinha começado. Os poetas mais importantes desta época eram Cláudio Manuel da CostaTomás António GonzagaAlvarenga Peixoto e Manuel Inácio da Silva Alvarenga, todos eles envolvidos em uma revolta contra o poder colonial. Gonzaga e Costa foram exilados para a África como consequência de seus respectivos trabalhos.
Neoclassicismo durou por um tempo anormalmente longo e acabou por sufocar a inovação e restringir a criação literária. Foi só em 1836 que o romantismo começou ao influenciar a poesia brasileira em larga escala, principalmente por meio dos esforços do poeta expatriado Gonçalves de Magalhães. Vários jovens poetas, como Casimiro de Abreu, começaram a fazer experiências com o novo estilo logo depois. Este período produziu algumas das primeiras obras-primas da literatura brasileira.
As principais características da literatura do então recém-nascido país era o exagero, o nacionalismo, a celebração da natureza e a introdução inicial da linguagem coloquial. A literatura romântica logo se tornou muito popular. Romancistas como Joaquim Manuel de MacedoManuel Antônio de Almeida e José de Alencar publicaram suas obras em forma de série em jornais e se tornaram celebridades nacionais.
Por volta de 1850, uma transição começou centrada em torno de Álvares de Azevedo. O romance Noite na Taverna de Azevedo, e sua poesia, recolhida postumamente em Lira dos Vinte Anos, tornaram-se influentes e o escritor foi largamente influenciado pela obra de Lord Byron. Esta segunda geração romântica era obcecada com a morbidade e a morte.
Ao mesmo tempo, poetas como Castro Alves, que escreveu sobre os horrores da escravidão (O Navio Negreiro), começaram a escrever obras com uma agenda social progressista específica. As duas tendências coincidiram com uma das realizações mais importantes da era romântica: o estabelecimento de uma identidade nacional brasileira a partir de ascendência indígena e da rica natureza do país. Estes traços apareceram pela primeira vez no poema épico I-Juca-Pirama, deGonçalves Dias, mas logo se tornaram generalizados. A consolidação deste subgênero (indianismo) é encontrada em dois romances famosos de José de Alencar: O Guarani, sobre uma família de colonos portugueses que tomaram índios como servos, mas depois foram mortos por uma tribo inimiga, e Iracema, que conta a história de um náufrago português que vive entre os índios e se casa com uma linda mulher nativa. A obra Iracema é especialmente lírica, abrindo com cinco parágrafos de pura poesia em prosa de estilo livre descrevendo a personagem-título.

Realismo

O declínio do romantismo, juntamente com uma série de transformações sociais, ocorreu no país em meados do século XIX. Uma nova forma de prosa surge, incluindo a análise dos povos indígenas e a descrição do ambiente, nos autores regionalistas (como Franklin Távora e João Simões Lopes Neto) . Sob a influência do naturalismo e de escritores como Émile ZolaAluísio Azevedo escreveu O Cortiço, com personagens que representam todas as classes e categorias sociais da época. O realismo brasileiro não foi muito original em um primeiro momento, mas assumiu uma importância extraordinária por causa de escritores como Machado de Assis e Euclides da Cunha.
Talvez o mais importante escritor do realismo brasileiro tenha sido Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), filho de um pintor de paredes mulato e de uma mulher portuguesa, cuja única de educação, além de aulas de alfabetização, era a extensa leitura de livros emprestados. Ao trabalhar como tipógrafo em uma editora, Assis logo conheceu mais da literatura mundial e ainda conseguiu aprender um pouco de inglês e francês. No início da carreira, ele escreveu vários romances famosos, como A Mão e a Luva e Ressurreição, que, apesar de seu romantismo exagerado, já mostram seu humor vivaz e seu pessimismo para com as convenções da sociedade. Depois de ser apresentado ao realismo, Machado de Assis mudou seu estilo e seus temas, produzindo algumas das mais notáveis prosas já escritas em língua portuguesa. O estilo serviu como meio para seu humor corrosivo e seu intenso pessimismo, que estava distante das concepções de seus contemporâneos. Assis também era poeta.
Entre as principais obras de Machado de Assis estão: Memórias póstumas de Brás Cubas, a autobiografia fictícia de um homem recentemente falecido, escrito pelo próprio, "do além". É totalmente antirromântica e ridiculariza a sociedade do Rio de Janeiro da época. Dom Casmurro, pretende ser a autobiografia de um homem solitário que deixa sua esposa e seu único filho depois de desfrutar de anos de vida conjugal feliz. O romance é famoso no mundo lusófono pela análise de um caso (possível, mas nunca provado ou admitido) de adultério. Quincas Borba, é outra obra de relevância para a literatura. O Alienista, o conto sobre um psiquiatra que funda um hospital para doentes mentais em uma pequena cidade e mais tarde se envolve em investigações profundas sobre a natureza e a cura da doença mental, perturbando muito o estilo de vida da cidade.
Pré-modernismo
O período entre 1895 e 1922 é chamado de pré-modernismo por estudiosos brasileiros, porque, apesar de não haver uma predominância clara de qualquer estilo literário, existiam algumas manifestações iniciais do modernismo. A era pré-moderna é curiosa, visto que a escola francesa do simbolismo não se popularizou, enquanto a maioria dos autores do realismo ainda mantiveram seus estilos e reputações anteriores (incluindo Machado de Assis e o poeta Olavo Bilac). Alguns autores dessa época: Monteiro LobatoLima BarretoSimões Lopes Neto e Augusto dos Anjos.
Um escritor famoso e altamente influenciado pelo determinismoEuclides da Cunha sempre foi atormentado por seus problemas familiares (ele foi morto pelo amante de sua esposa) e teve que enfrentar a oposição política por causa de suas opiniões. Como jornalista freelancer que trabalhava para o jornal O Estado de São Paulo, Cunha cobriu a Guerra de Canudos, uma revolta popular com alguns traços igualitários e cristãos fundamentalistas que ocorreu na Bahia entre 1895 e 1897. Suas histórias, juntamente com alguns ensaios que ele escreveu sobre o povo e a geografia do nordeste brasileiro, foram publicados em um grosso volume chamado Os Sertões. Em seu trabalho, Cunha apresentou a tese revolucionária de que o Estado brasileiro era uma entidade violenta e estrangeira, rejeitada (mas muitas vezes tolerada) pela grande maioria da população analfabeta, alguns dos quais preservavam crenças e comportamentos que não tinham mudado nos últimos mil anos. Ele descobriu, por exemplo, que o sebastianismo era, então, presente no nordeste brasileiro e que muitas rimas medievais, contos folclóricos e tradições portuguesas ainda eram mantidos pelas pessoas grosseiras dos "sertões". Esta população não aceitava o secularismo e o governo republicano. Seu livro Os Sertões é composto por três partes chamadas "A Terra", "O Homem" e "A luta". Tal organização do livro reforça a ideia de que o ambiente onde um homem nasceu, os aspectos sociais deste lugar e essa cultura homem pode definir o que ele vai se tornar. Este princípio é conhecido como determinismo, uma forma de pensamento que influenciou profundamente a literatura brasileira em meados e final do século XIX e início do século XX.

Modernismo

modernismo no Brasil começou com a Semana de Arte Moderna, em 1922. Geração 1922 era um apelido para os escritores Mário de Andrade (Paulicéia DesvairadaMacunaíma), Oswald de Andrade (Memórias Sentimentais de João Miramar), Manuel BandeiraCassiano RicardoRaul BoppGuilherme de Almeida,Antônio de Alcântara Machado e outros, os quais combinavam tendências nacionalistas com um interesse pelo modernismo europeu. Alguns novos movimentos como o surrealismo já eram importantes na Europa e começaram a se firmar no Brasil durante esse período.
Mário de Andrade nasceu em São Paulo. Ele trabalhou como professor e foi um dos organizadores da Semana de Arte Moderna. Andrade pesquisou o folclore e a música popular brasileira e usou isso em seus livros, evitando o estilo europeu. Seu anti-herói brasileiro é Macunaíma, um produto da mistura étnica e cultural. O interesse de Andrade pelo folclore e seu uso da linguagem coloquial eram extremamente influente, a ponto de que suas inovações a princípio revolucionárias passaram a dominar a literatura brasileira.
Oswald de Andrade, outro participante da Semana de Arte Moderna de 1922, trabalhou como jornalista em São Paulo. Nascido em uma família rica, ele viajou para a Europa várias vezes. Da geração de 1922, Oswald de Andrade representa melhor as características rebeldes do movimento modernista. Ele é o autor do Manifesto Antropófago (1927), em que ele diz que é necessário que o Brasil, como um canibal, coma a cultura estrangeira e, durante a digestão, crie a sua própria cultura.
O que define o modernismo brasileiro são duas características principais: o experimentalismo na linguagem e uma consciência social melhorada, ou uma mistura dos dois, como era o caso de Oswald de Andrade, que foi brevemente atraído para o movimento comunista. A reação do modernismo, então, assume a forma de uma mistura entre a sua característica mais saliente, a utilização de uma linguagem literária mais formal (como foi o caso da assim chamada "geração de 1945", cujas características eram, em primeiro lugar, a poesia altamente física de João Cabral de Melo Neto, que se opunha ao modernismo poético de Carlos Drummond de Andrade e, em segundo lugar, os sonetos de Vinicius de Moraes), seguida por doses variadas, de acordo com o autor, de subjetivismoconservadorismo político e catolicismo militante.
Dois importantes escritores brasileiros desta "escola" e que têm publicações após a década de 1950 são Clarice Lispector, cujos romances e contos existencialistas estão cheios de fluxo de consciência e epifanias, e João Guimarães Rosa, cuja linguagem experimental mudou a face da literatura brasileira para sempre. Seu romance Grande Sertão: Veredas tem sido comparado a Ulisses, de James Joyce, ou a Berlin Alexanderplatz, de Alfred Döblin
Com extensa obra, Graciliano Ramos também marcou a literatura brasileira. Suas obras sobre a situação do sertanejo e sobre o processo de urbanização precária nos pequenos centros urbanos marcam, ao lado de outros escritores, a geração de 1930, que embora vinculado ao modernismo, estavam mais associados a uma vertente regionalista, com temáticas renovadas e espírito crítico.
Seguindo na esteira do subjetivismo conservador inaugurado pelos romancistas católicos Octávio de FariaLúcio CardosoCornélio Pena e Gustavo CorçãoNelson Rodrigues fez sua carreira como dramaturgo e jornalista esportivo. Suas peças e contos faziam uma crônica dos costumes sociais brasileiros dos anos 1950 e 1960, os adultérios e as patologias sexuais em geral, sendo uma das principais a fixação dele. Sua escrita esportiva descreve a evolução do futebol, uma das paixões nacionais do Brasil. Rodrigues era considerado conservador e de direita, além de ser fortemente crítico dos jovens de esquerda que se opunham à ditadura militar após o golpe de 1964. Por um tempo, Nelson Rodrigues foi pró-ditadura, até sofrer o destino trágico de ter um de seus filhos torturados e encarcerados por pertencer a uma organização guerrilheira clandestina.

Contemporânea

A literatura brasileira contemporânea é, em geral, muito focada na vida urbana e em todqs as suas características: a solidão, a violência, as questões políticas e o controle da mídia. Escritores como Rubem Fonseca e Sérgio Sant'Anna escreveram livros importantes com estes temas na década de 1970, abrindo novos caminhos na literatura nacional até então.
Poetas como Ferreira GullarManoel de Barros e Adélia Prado estão entre os mais aclamados nos círculos literários brasileiros, sendo que Gullar chegou a ser indicado para o Prêmio Nobel de Literatura.
(Adaptação e alterações nossas).

29 de abril de 2015

DENGUE

A dengue é uma doença febril aguda, sistêmica e dinâmica, com diferentes apresentações clínicas e de prognóstico imprevisível. Depois do período de incubação, que vai de quatro a 10 dias entre a picada do mosquito infectado e a manifestação dos sintomas, a doença começa bruscamente e se assemelha a uma síndrome gripal.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que três bilhões de pessoas estejam vivendo em áreas com risco de infecção pela doença, que é transmitida por mosquitos. Anualmente, 50 milhões de casos são registrados no mundo, sendo que 500 mil são considerados graves e 21 mil resultam em morte. A dengue afeta mais de 120 países e é considerada uma doença negligenciada pela OMS.
Sintomas da dengue:
Os principais sintomas da dengue são: febre elevada, fortes dores de cabeça e nos olhos, além de dores musculares e nas articulações. Durante a evolução da doença, destacam-se três fases: febril, crítica e de recuperação. Na fase crítica da dengue (entre o terceiro e o sexto dia após o início dos sintomas), ocorrem as manifestações clínicas (sinais de alarme) devido ao aumento da permeabilidade vascular e da perda de plasma, que podem levar ao choque irreversível e à morte.
Os sinais de alarme clínicos da dengue grave são: dor abdominal intensa e contínua; vômitos persistentes; hipotensão postural e/ou lipotímia (tonturas, decaimento, desmaios); hepatomegalia dolorosa (aumento de tamanho do fígado); sangramento na gengiva e no nariz ou hemorragias importantes (vômitos com sangue e/ou fezes com sangue de cor escura); sonolência e/ou irritabilidade; diminuição da diurese (diminuição do volume urinado); diminuição repentina da temperatura do corpo (hipotermia); e desconforto respiratório.
Uma infecção curada de dengue confere ao paciente imunidade contra o tipo de vírus responsável. Porém, existem quatro tipos diferentes de vírus e para estar totalmente imunizado é necessário ter tido contato com todos eles. Caso contrário, a cada contágio com um novo tipo de vírus, os sintomas são mais intensos e o risco de desenvolver a dengue grave é mais alto.
Como tratar a dengue:
Na medida em que não há tratamento preventivo – não existe vacina disponível para comercialização – e nem tratamento curativo específico contra a dengue, os cuidados terapêuticos consistem em tratar os sintomas: combate-se a febre e nos casos graves é necessária a hidratação por via intravenosa. O atendimento rápido para a identificação dos sinais de alarme e tratamento oportuno podem reduzir o número de óbitos, chegando a menos de 1% dos casos.
Como prevenir a dengue:
A única forma de prevenção é o combate aos mosquitos – eliminando os criadouros de forma coletiva com participação comunitária – e o estímulo à estruturação de políticas públicas efetivas para o saneamento básico e o uso racional de inseticidas.

15 de abril de 2015

UMA SITUAÇÃO QUE ME FOI COLOCADA

A moça conheceu um rapaz e se apaixonou. Com o passar do tempo as coisas foram mudando, ele passou a tratá-la friamente, depois tratava mal e humilhava, chegando a dizer que ela não era a mulher que ele queria.
PERGUNTA: O que fazer?
RESPOSTA:
Bom, diante de uma situação assim, o melhor a fazer é se separar, já que ele não está satisfeito na relação e não a trata bem como deveria. Não seria bom partir pra outra e cada qual seguir seu rumo?
Na minha opinião, o casal tem o direito de buscar a felicidade e viver felizes juntos, porém não tem o dever de viver infelizes juntos. O problema é que falar é fácil, mas fazer é difícil. Deixar o sentimento de lado e seguir em frente é muito complicado, quando se gosta muito de alguém.
O certo é que a pessoa se acostuma com determinadas situações e aí fica difícil sair desse estado de comodismo e encarar mudanças. Principalmente quando sabe que vai sofrer, que vai sentir falta, que vai doer muito. Nessa hora é bom controlar os sentimentos e não se deixar dominar por eles. Amar é preciso sim; entregar-se à relação e zelar para que ela seja o mais durável possível também é necessário; mas, esquecer de si mesmo e anular-se, jamais.
Viver a vida do outro, à sombra da outra pessoa e anular a própria vida, penso que não é a melhor opção. O relacionamento é para um completar o outro e não para destruir, derrubar, sobressair, anular-se. Antes de tudo deve imperar o amor, o respeito, a consideração. Se não há nada disso, é questão só de tempo para a relação se desgastar, se acabar, se destruir. E antes que a pessoa saia destruída dessa convivência, com sua autoestima totalmente ferida e abalada, melhor sair enquanto é tempo.
O ideal é a pessoa se conhecer melhor, saber o que realmente quer para si, conhecer os próprios sentimentos, as próprias reações, analisar os prós e os contras. E outra coisa: é bom olhar para dentro de si e se valorizar, gostar de si mesmo e se amar acima de tudo. Pensar que você pode ser muito melhor do que a outra pessoa que está fazendo você sofrer.
No caso em comento, cabe uma pergunta: o que você fez ou vem fazendo para reconquistar essa pessoa e salvar sua relação? Já fez tudo que estava ao seu alcance?
Talvez o mais sensato seja deixar um pouco de lado o outro e olhar mais para você. Focar mais em você e ficar na sua. E se ele melhorar e mudar o comportamento, quem sabe possam voltar a conversar sobre o assunto. Caso contrário, melhor cada um para o seu lado. Mais ainda: não fique esperando o que ele vai dizer, decidir ou fazer. Tome a iniciativa, decida você! Faça acontecer e não crie expectativas!
Mas a vida é sua, a decisão é sua. Cabe a você decidir.

8 de abril de 2015

A PAZ

A Paz é geralmente definida como um estado de calma ou tranquilidade, uma ausência de perturbações e agitação. Derivada do latim Pacem, a palavra paz pode referir-se à ausência de violência ou guerra. Neste sentido, a paz entre nações e dentro delas, é o objetivo assumido de muitas organizações, designadamente a ONU.
No plano pessoal, paz designa um estado de espírito isento de ira, desconfiança e de um modo geral todos os sentimentos negativos. Assim, ela é desejada por cada pessoa para si próprio e, eventualmente, para os outros, ao ponto de se ter tornado uma frequente saudação e até mesmo um objetivo de vida. É comum ouvirmos as pessoas se cumprimentarem usando expressões assim: “Que a paz esteja contigo!”; “A paz de Cristo!”.
Aparecendo aos discípulos, Jesus apresentou-se com palavras de paz. Disse-lhes Jesus: “A paz esteja convosco!”. Após mostrar-lhes as mãos e o lado, disse-lhes novamente: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. (Jo 20,20-21)
A paz é mundialmente representada pelo pombo e pela bandeira branca. O Prêmio Nobel da Paz é atribuído anualmente a pessoas que se evidenciaram pelo seu contributo à paz.
Cabem aqui algumas perguntas: Na sua casa existe paz? No seu ambiente de trabalho existe paz? Nos seus contatos com os amigos existe paz? Dentro de vc existe paz? Os seus projetos de vida são direcionados à paz interior e a favor da construção da paz?

5 de abril de 2015

BISCOITINHO MENTIRA DA VOVÓ

INGREDIENTES:
2 ovos; 1 xícara de açúcar; 2 xícaras de leite; 1 colher de fermento em pó royal; 2 colheres de margarina; 1 kg de farinha de trigo; Óleo; Canela e açúcar a gosto
MODO DE PREPARO:
Misture todos os ingredientes numa vasilha; acrescente a farinha de trigo, aos poucos, até desgrudar das mãos; estique a massa e modele em forma de vários quadrinhos; faça um risco com a faca no meio do quadrado; frite em óleo bem quente; se preferir, passe em canela e açúcar. FONTE: Site Tudo Gostoso -http://www.tudogostoso.com.br/receita/24203-mentira-da-vovo.html

FÉ. O QUE É? EM QUE CONSISTE?

Fé. Você é uma pessoa de fé? Em que você acredita? Ou você não acredita em nada? Você não acredita no mistério da vida? Você não acredita na providência divina? Ou você é daqueles que acham que Deus não existe, que a existência da outra vida não passa de uma fantasia produzida na cabeça dos fanáticos da religião?
Fé. O que é fé e o que significa ter fé? Ter fé implica uma atitude contrária à dúvida e está intimamente ligada à confiança. Em algumas situações, como problemas emocionais ou físicos, ter fé significa ter esperança de algo vai mudar de forma positiva, para melhor.
Segundo os dicionaristas, fé é confiança, é certeza, é crença nas doutrinas de alguma religião, é fidelidade a compromissos e promessas. Os escritores do Novo Testamento igualam fé em Deus com crença em Jesus.
            O filho inocente, que do alto de algum obstáculo se joga sobre sua mãe, quando ela lhe abre os braços, o faz movido pela confiança e a certeza de que será amparado e que não vai cair ao chão. Isso é fé.
O termo "fé" surge em algumas expressões populares e também no contexto legislativo. Alguns exemplos: "Fazer fé": acreditar em alguém ou em algum ato; ter esperança. "Dar fé": afirmar como verdade. "Boa fé": forma de agir honestamente, sem quebrar um compromisso. "Má fé": agir de forma intencional para prejudicar terceiros.
No pensamento cristão, fé é todo o conjunto dos ensinamentos transmitidos por Jesus Cristo e seus discípulos: “... se alguém pregar doutrina diferente da que recebestes, seja ele excomungado”. (Gálatas 1, 9)
A fé cristã baseia-se em toda a Bíblia como a Palavra de Deus, que inclui as Escrituras Hebraicas as quais Jesus e os escritores das Escrituras Gregas Cristãs frequentemente citaram em apoio às suas declarações. Segundo estas Escrituras, para ser aceitável a Deus é necessário exercer fé em Jesus Cristo, e isto torna possível obter uma condição justa perante Deus.
Na bíblia, a fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê. Foi ela que fez a glória dos nossos antepassados. (Hb 11,1)
Seja, portanto, uma pessoa de fé! Acredite na sua família, nos seus estudos, no seu trabalho! Acredite no milagre da vida! Acredite em Você mesmo! Acredite que você pode, que você é capaz! Acredite na misericórdia de Deus! Fale com Ele nas suas orações! Você vai se sentir aliviado e Deus dará forças para a sua luta do dia. Faça isso!